domingo, 28 de setembro de 2008

Querida Poesia...


Cada vez mais,
ocupas um maior espaço,
fazes-me sentir bem,
libertas-me...


Sigo por linhas,
entrelinhas,
onde o sentimento nao esconde
mas sim nasce, aparece


Fazes-me ser sentido,
sem palavras pelo meio a complicar
fazes-se ser entendido,
pelo que sou e nao pelo que pareço


Fazes um novo sentido,
para a minha vida,
faço tudo por ti
fazes tudo por mim...


Obrigado... Querida Poesia...

sábado, 27 de setembro de 2008

Teias de memórias


Este rejubilar de sentimentos
Enchem as minhas veias,
Mais parecem
Movimentos extasiados
De abelhas em teias

Tentar sair e expressar
Crescer ou de novo refazer
Dão talvez um novo fulgor,
Talvez um novo viver

Fazem-me tremer
Sem mais nem menos,
Mas claro sem o senão
De deixar a minha alma de rastos, no chão

Levanto-me e cresço,
Refaço, reinvento,
Sem aquela imaginação efervescente
Penso em ti, em memórias
Que vêm duma nova nascente...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ela... quero voar


Os dias já não têm conta...
As palavras ja não têm escrita...
Eu já nao tenho rosto,
de tanta lágrima escorrida...

Deixas-me sem palavras,
num sentimento vazio,
pego em fogo a alma,
num rastilho que se partiu


Eco-as na minha cabeça,
sem saber no que penso
só te quero a ti
nunca pedi nada assim


Que saudade do teu beijo...
só um te quero roubar,
ao sentir os teus lábios
quero ter asas; aprender a voar...




domingo, 17 de agosto de 2008

Frivolidade


Vejo tudo

a andar para trás...

todos aqueles momentos

a passar a minha frente...



Glimpse...



Sinto-me perdido, só,

sinto a tua falta,

a tua presença,

a tua existência...



Leis da natureza estas,

parecem que não

nos querem juntos,

mas longe e afastados...



Preciso de ti, de ti...

Verão e Inverno,

do teu frio e calor,

da tua raiva e paixão...



"we need another sunny day,

i'll let you come home..."

para perto, junto,

do meu pequenino coração...


terça-feira, 27 de maio de 2008

O que serei?!


Sou feito do mar e da terra
Sou feito do amar e da guerra
Sou feito do extravasar da água
Que esculpe a rocha sem mágoa

Sou feito do amor sem trégua
Sem compasso nem régua
Sou o inesperado orvalho que rega
A colorida flor que se entrega

Não sou descanso nem remanso
Não sou a paz que anseias
Sou um tempo de cheias
Que te faz correr o sangue nas veias

Sou pior que uma intempérie
Sou um desvelo em série
Sou o abandono da tua calma
Sou o desejo inocente de tua alma

Sou um mundo feito de teias
Sem enredos nem peias
Sou coisa sem tempo nem espaço
Sou só o que desejas no teu regaço

segunda-feira, 5 de maio de 2008


Ser poeta

É o orgulho

Deste Lago


Num Azul profundo

Guarda

Cada alma


Superficie brilhante

Espelha

Toda uma vida


Amor e Desamores

Com coragem esquecida

Vive cada uma...


... a cada alma

... a cada vida

domingo, 20 de abril de 2008

Livre Vivo


Chega! Chega
De pontos de exclamação
De pontos de interrogação!

Não mais vontades
vão ficar para trás!

Está na altura
De voltar a ser audaz!

Altura esta
que me vive

Quero rejuvenescer
ser mais que um moribundo alguém

Quero ser só teu
Dar-te a ti toda a minha vida

Vida esta que
quero não somente partilhar comigo, mas contigo!

Quero viver vivER VIVER!
Gritar LIBERDADE!

Sentir-me não mais que eu, nao menos que tu...
somente sentir-me como "nós"...